Estrutura
A versão 2015 adotou a estrutura de alto nível do Anexo SL, a mesma da ISO 14001 e da ISO 45001. Isso facilita integrar mais de uma norma no mesmo sistema.
ISO 9001:2015 · Gestão da qualidade
A ISO 9001 é a exigência mais comum em cadastro de fornecedor, licitação e cadeia automotiva. Implantamos na sua indústria da análise de contexto até a auditoria de certificação, com a documentação escrita por nós.
Quem responde é o James Pedro Nadin, diretor da Sirius desde 2007.
Quando ela é cobrada
Na prática, ela aparece quando alguém de fora exige. Se você caiu em uma destas situações, é disso que estamos falando.
Um cliente grande incluiu a certificação no cadastro de fornecedor
Você quer entrar na cadeia automotiva e a IATF 16949 tem a ISO 9001 como base
Um edital de licitação pede sistema de gestão da qualidade certificado
Você já tem certificado na versão 2008 e precisa fazer a transição
A operação cresceu, ninguém sabe quem faz o quê e retrabalho virou rotina
Você perdeu um contrato para um concorrente certificado
O que a gente faz
Levantamos a operação como ela é e comparamos com os requisitos da norma. A versão 2015 exige entender o contexto do negócio e as partes interessadas, então esse levantamento não é burocracia: é o que sustenta o resto.
Mapeamos os processos, aplicamos a mentalidade de risco que a versão 2015 introduziu e escrevemos os procedimentos, as apostilas e os manuais. Sua equipe revisa e valida.
Capacitamos quem vai operar o sistema e rodamos a auditoria interna. O que ela apontar é corrigido antes de o auditor externo entrar na planta.
Acompanhamos a auditoria do organismo certificador e seguimos na manutenção do sistema, porque o certificado tem auditorias periódicas depois de emitido.
Transição da versão antiga
A revisão de 2015 mudou a estrutura da norma, e não só o texto. As diferenças que mais aparecem no dia a dia:
A versão 2015 adotou a estrutura de alto nível do Anexo SL, a mesma da ISO 14001 e da ISO 45001. Isso facilita integrar mais de uma norma no mesmo sistema.
Entrou o pensamento baseado em risco: a empresa precisa identificar o que pode dar errado e agir antes, em vez de só tratar o problema depois que ele aparece.
O papel de representante da direção deixou de ser exigido. A responsabilidade pela qualidade passou a ser da liderança da empresa, não de uma pessoa só.
Passou a ser requisito analisar o contexto do negócio e as partes interessadas, o que aproxima o sistema da estratégia em vez de deixá-lo isolado na qualidade.
Perguntas frequentes
Não. Quem emite é o organismo certificador acreditado, que é independente e não pode ser o mesmo que implanta. Nosso papel é preparar a empresa e acompanhar você na auditoria dele.
A versão 2015 não exige mais o manual da qualidade como documento obrigatório, mas exige informação documentada suficiente para o sistema funcionar e ser auditado. Na prática, definimos no diagnóstico o que faz sentido documentar na sua operação.
A norma não tem porte mínimo, e o escopo se adapta ao tamanho da operação. Vale a pena quando existe uma exigência concreta de cliente ou de mercado, ou quando a falta de padronização já está custando retrabalho.
Depende do porte, do número de processos e de quanto já existe documentado. O prazo da sua operação sai do diagnóstico. Mande no WhatsApp o seu cenário e a data que te deram.
Começar
Com essas duas informações o James já consegue dizer o que dá para fazer e em quanto tempo.
Ou ligue: (19) 3406-8256